Blog

Brownie de feijão sem glúten e sem lactose

Receita sem glúten e sem lactose para quem é celíaco e intolerante a lactose, ou apenas para quem deseja consumir uma sobremesa saudável e gostosa com baixa caloria.

Ingredientes

  • 2 1/3 xícaras de feijão preto cozido sem tempero
  • 1/4 xícara de óleo de soja
  • 6 colheres de sopa de água
  • 3 ovos inteiros
  • 6 claras de ovo
  • 2 1/3 xícaras cacau em pó
  • 1/2 xícara de açúcar
  • 3 colheres de chá de café instantâneo
  • 3 colheres de chá de essência de baunilha
  • 1 xícara de biscoitos de castanha de caju sem glúten
  • 3 colheres de sopa rasas de fermento em pó
  • 3/4 xícara de chocolate com coco (sem glúten e sem açúcar)

Modo de Preparo

  1. Pré-aqueça o forno a 350ºC
  2. Bata as claras de ovo em neve e reserve.
  3. Em um liquidificador, acrescente os grãos de feijão, o óleo e água. Adicione os ovos, o cacau, o açúcar, o café e a essência de baunilha e misture bem.
  4. Adicione o fermento à mistura e bata na batedeira até incorporar. Adicione as lascas de chocolate e as claras em neve e misture.
  5. Bata por 18-20 minutos. Despeje na forma untada com óleo.

Tempo de forno: 30 minutos.
6. Deixe esfriar antes de cortar  o bolo. Sirva a seguir.

Importante: Untar a forma somente com óleo pois a margarina ou manteiga contém leite em sua composição e  farinha de trigo contém glúten.

Tempo de preparo: 01h30min

Rendimento: 30 porções

Informações nutricionais 

Porção de 40g
Calorias  Carboidrato  Proteína  Gordura total  Gordura saturada 
60Kcal 7g 2g 3g 0.4
Fibra alimentar  Colesterol  Sódio 
2g 7.5mg 35mg

Receitas pré e pós-treino

oficina-2

Este livro de receitas foi elaborado para ser distribuído aos atletas de uma escola de baile do Estado de Minas Gerais. São receitas de simples preparo e em sua maioria baixo custo.

Além de receitas há também alguns conceitos básicos da nutrição esportiva focados na adequação e funções de macronutrientes.

Vale a pena conferir! Boa leitura!

Barras de proteína – São realmente uma boa opções?

VEJA AS BARRAS AVALIADAS

A concentração de pessoas nos grandes centros urbanos, somados ao aumento da participação das feminina no mercado de trabalho e às alterações no estilo de vida da população, contribuiu para as mudanças nos padrões de vida e comportamentos alimentares da população. Algumas dessas alterações são caracterizadas pela falta de tempo para o preparo e consumo dos alimentos, o que resulta em busca por rapidez, comodidade e no deslocamento das refeições preparadas em casa,  para  alimentos industrializados processados e/ou ultraprocessados (Bezerra et al, 2010).

Nessa premissa, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a qualidade nutricional das barras de proteína mais populares no país, comumente utilizadas por praticantes de atividade física.

Realizou-se uma pesquisa em sites de vendas, as barras de proteína mais populares no país e avaliou-se a composição nutricional descrita nos sites dos fabricantes, sendo excluídas as que não disponibilizaram a composição nutricional. Para adequação dos cálculos todos os nutrientes foram dispostos na composição centesimal (BARRA DE PROTEINAS).

As barras em geral apresentam quantidades significativas de proteínas, no entanto, a também carboidrato e lipídeo(gordura) aumentados. Assim, é fundamental ficar atento as escolhas alimentares e a composição Nutricional. 

QUALIDADE DA PROTEÍNA

As barras avaliadas possui como ingredientes base  proteína do soro do leite e proteína de soja (VEJA AS BARRAS). Somente a barra Quest bar possui apenas proteína do soro de leite, a Carnivor Protein Bar- MUSCLEMEDS é composta por proteína do soro do leite, proteína de soja e da carne, já a Protein Bar Baunilha – BIO² contém apenas proteína de soja.

Proteínas de boa qualidade ou de Alto Valor Biológico (AVB) têm elevada digestibilidade e proporções adequadas de aminoácidos essências (aas). As proteínas de origem animal(carne, ovo e leite) são classificadas como de boa qualidade, ou seja, de alto valor biológico.

A combinação arroz e feijão, por exemplo, contém quantidades relativas de aminoácidos essenciais. A proteína do arroz é pobre em lisina, mas é uma excelente fonte de aminoácidos sulfurados, como metionina e cistina. Já a proteína do feijão é relativamente rica na maioria dos aminoácidos essenciais, especialmente em lisina, mas deficiente em metionina e cistina. Trata-se de alimentos complementares e fornecem uma importante complementação proteica.

Proteínas de má qualidade são deficientes em um ou mais aas essenciais, por exemplo, leguminosas são deficientes em Metionina e cereais em Lisina. Assim, as proteínas de origem animal possui AVB, pois contém todos os Aas essenciais  necessários nas quantidades requeridas na nutrição humana. Já a proteína vegetal é de baixo valor  biológico, porque tem deficiência em algum Aa essencial (Aa limitante).

No entanto, a mistura de diferentes fontes vegetais como cereais (arroz) e leguminosas (feijão) proporciona uma combinação de Alto Valor Biológico.

FONTE VALOR BIOLÓGICO
OVOS 100
CARNE BOI 100
AVES 100
PEIXE 87
LEITE 85
CARNE SOJA 67
BATATA 67
PÃO INTEGRAL 30

Portanto, as barras de melhor qualidade proteica são as que apresentam maior concentração ou exclusivamente proteínas de origem animal (do soro do leite), comparadas as que possui apenas proteína de soja. As barras avaliadas apresentam uma mistura entre proteína do soro do leite e proteína da soja, sendo consideradas de melhor qualidade comparadas as que possui apenas proteína vegetal como fonte (BIO²).

Além, da qualidade e quantidade de proteína é fundamental avaliar as concentrações de carboidratos e lipídeos principalmente gordura saturada. Após avaliar todos estes critérios identificou-se que as melhores barras de proteína considerando a qualidade nutricional, dentre as avaliadas são: Whey Bar, supino (baunilha e chocolate) e VO² (pintadas de verde em anexo). Estas apresentam menores proporções de calorias, carboidratos e lipídeos, e uma quantidade e qualidade de proteína melhores que as demais.

Em geral o melhor seria substituí-las por alimentos, pois em sua maioria as barras apresentaram grande concentração de lipídeos, principalmente saturado e carboidrato destacando o simples.

 FIQUE de OLHO!

 

 

 

Omelete soufflé

Foi convidada para uma aula culinária e fiquei encantada com o sabor e qualidade dessa receita. Tive que compartilhar!

Omelete de claras com chia, palmito pupunha sauté – servido com mini salada verde e sementes.

Ingredientes para o omelete:

1378684_1027321427295178_8817996637061169054_n08 claras de ovos
02 colheres de sopa rasa de chia
Sal á gosto

Ingredientes para o recheio:
2 xícaras de chá de palmito pupunha picado e descongelado (200g)
01 unidade de tomate picado em cubos
3 fatias médias de queijo de minas ralado (100g)
2 colheres de sopa cheia de queijo cottage (50g)
Azeite, pimenta demais condimentos á gosto

Modo de preparo:

Bata as claras em neve e acrescente a chia, mexendo cuidadosamente. Tempere com sal. Com um papel toalha, espalhe o azeite por toda a frigideira antiaderente.Coloque as claras em neve e vá espalhando de uma forma uniforme por todo o fundo da frigideira. Vire com a ajuda de uma espátula. Misture todos os ingredientes do recheio e coloque meio, dobre a omelete e sirva acompanhada de salada verde e sementes tostadas.

Rendimento: 04 porções

Composição nutricional:

Carboidrato Fibras Proteina Lipideo Kcal
Receita 21,74 18,5 63,8 40,39 750,67
Porção (1 unidade média) 5,44 15,95 10,10 187,67
Saturada Mono Polin.
Perfil lipidico 12,4 11,9 2,3

Para ficar melhor: Ótima opção pré e/ou pós treino, fonte de proteica, porém para melhorar ainda mais a qualidade dessa receita, você pode utilizar apenas o queijo cottage para melhorar o perfil lipídico. Pois mesmo que o queijo minas frescal apresente menor concentração de lipídeo comparado a outras variedades de queijo, ainda assim trata-se de um alimento rico em gordura saturada (100g possui 11,6g de gordura saturada).

Chef @marinahernandez

Liga Acadêmica de Atividade Física e Nutrição

A Liga Acadêmica de Atividade Física e Nutrição (LAFIN) é uma associação Civil e científica livre vinculada ao Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Minas Gerais. Sua constituição se dá por tempo indeterminado, com sede e foro na cidade da instituição de ensino que a e suas atividades são executadas sem fins lucrativos.

Nosso objetivo visa complementar a formação acadêmica em uma área específica no campo da nutrição relacionada com atividades físicas, por meio de projetos que atendam os princípios do tripé universitário de ensino, pesquisa e extensão, de forma multidisciplinar.

Estamos concentrados na realização de palestras, grupo de estudos, pesquisas, bem como na intervenção de práticas nutricionais e de atividades físicas na sociedade.

Objetivos específicos:

• Promover ações em espaços públicos de prevenção e promoção da saúde.
• Promover orientação física e nutricional para melhora e aprimoramento da condição de saúde dos praticantes de atividade física e atletas.
• Realizar orientação nutricional pertinente ao nível de treinamento.
• Transmitir e aprimorar o conhecimento científico sobre atividade física e nutrição para profissionais e estudantes de educação física e nutrição.
• Produzir produtos de referência para estudantes e profissionais da área de educação física e nutrição.

Saiba mais!

Dieta Detox, milagre para o emagrecimento?

Lê-se em várias revistas e jornais não cientificas relatos de pessoas que seguiram e/ou seguem a dieta de desintoxicação ou simplesmente dieta detox. “Fiz a dieta detox e “emagreci” 4 Kilos em uma semana(Goiânia)!“; “Um amigo meu perdeu muito peso, fazendo uma dieta de desintoxicação (Belo Horizonte)”
É sabido que para perder peso é necessário promover um balanço energético negativo, ou seja, gasta se mais do que consome. E não há nada que aumento mais o gasto energético do que a prática de atividade física, claro associada a uma alimentação saudável e adequada.
Segundo reportagem publicada pelo Conselho Regional de Nutrição a dieta detox ou desintoxicação, é baseada em uma alimentação com princípios saudáveis, fundada no consumo de frutas, verduras e hortaliças preferencialmente orgânicas, sucos naturais, alimentos naturais não processados, farelos e chás de ervas. No entanto, está dieta priva o consumo de outras fontes de nutrientes e apresenta valor calórico total de no máximo 700calorias/dia, o que pode resultar em perda de água corporal e massa magra ao invés de gordura corporal.
Além disso, ao cessar a dieta detox há uma recuperação rápida de peso, pois durante o período de inanição, baixo consumo calórico, o corpo tente a reduzir o metabolismo basal, dispondo de menor necessidade calórica para manter o funcionamento vital. Há um aumento do percentual de gordura, justamente devido a perda de massa magra, redução da necessidade energético corporal, pois o tecido muscular é metabolicamente mais ativo comparado ao adiposo, o que também contribui para o ganho de peso. Por fim há também, deficiências vitamínicas, por exemplo, a baixa ingestão de fontes de lipídeos inferior a 20% do valor calórico total não permite a absorção adequada de vitaminas lipossolúveis como A, D, E e K.
Ressalta-se que dietas da moda não propõe perda de peso saudável, duradoura e nem mudança de hábitos alimentares e que milagres para perda de peso não existem.
Não há contra indicação em incluir preparações da dieta detox em sua alimentação, na verdade até recomenda-se, junto com demais nutrientes (alimentos).

Suco de frutas e hortaliças – Suco verde – Suco “detox”Frutas

. Maçã- 1 unidade
. Laranja – 1 unidade
. Limão – 1 unidade
. Couve – 1 folha
. Linhaça – 1 colher sobremesa

Modo de Preparo: Bater todos os ingredientes no liquidificador e beber imediatamente!

Referências:

1. The dangers of detox diets: fasting isn’t the solution for older adults who are trying to lose weight. Healthy Years. 2009; 6:1 – 6.

2. “The truth about detox diets: how they actually slow down your metabolism, plus shortcuts for cooking a healthy meal after work.” Shape Sept. 2007: 218. Academic OneFile. Web. 10 Feb. 2015.

3. Condutas nutricionais devem ser acompanhadas por especialistas, principalmente em pessoas com problemas nos rins. CRN. 2012; Disponível: http://www.crn2.org.br/index.php?pagina=noticia&&id=1081

Nutrição esportiva
Nutricionista esportiva

Suplementos esportivos, quando e como utilizar?

Apesar das controvérsias os suplementos esportivos vêm sendo cada vez mais utilizados. Estudo realizado por Hallak¹, identificou um maior consumo de aminoácidos ou concentrados protéicos (37,1%), seguidos de creatina (28.6%) e bebidas carboidratadas (12,8%), no município de Belo Horizonte/ MG.

Nesse cenário, a dúvida de uma paciente me levou a postar sobre o consumo de suplementos alimentares principalmente proteico.
O horário e tipo de suplemento proteico (concentrado, hidrolisado ou isolado) pode fazer parte do programa de treinamento que tem por objetivo principal melhorar a recuperação muscular.
Para iniciar a suplementação deve-se definir a necessidade proteica de um atleta e praticante de atividade física, considerando previamente as características individuais e do treinamento (sexo, idade, intensidade da atividade física, horário de treinamento, frequência, duração do treino, perfil antropométrico, estado de saúde, etc.).
Visando à hipertrofia muscular, atletas ou não tem suas necessidades contempladas perfeitamente com uma alimentação equilibrada, salvo situações especiais. Alimentos como ovos, leite e derivados, leguminosas e carnes em geral são ótimas fontes proteicas, no entanto, devem ser consumidos em quantidades adequadas em uma dieta balanceada, baseada na necessidade proteica total.
O consumo adicional de suplementos proteicos acima das necessidades diárias, não determina ganho de massa muscular adicional, nem promove aumento do desempenho. Nessa premissa, estudos comprovam que é mais eficaz realizar refeições pré e pós treino com o consumo equilibrado de carboidrato e proteína, para obter melhores resultados do que ingerir somente proteína ou o carboidrato isolado.

A ingestão proteica, após o exercício físico de hipertrofia, favorece o aumento de massa muscular, quando combinado com a ingestão de carboidratos, reduzindo a degradação proteica².

Creatina

A creatina suplemento nutricional auxilia na melhora do desempenho em exercícios de alta intensidade e no aumento de massa muscular. No entanto, não há melhora comprovada do desempenho em exercícios com predominância aeróbia.
Indica-se o consumo de creatina apenas para atletas em período competitivo com treinos de alta intensidade e curta duração. Porém, em geral a recomendação é que não se deve usar a suplementação de creatina, excetuando raras ocasiões. Desse modo, para utilizar cretina com finalidade ergogênica, é necessário avaliação prévia com profissional especializado.

A ingestão proteica necessária deve ser obtida por uma dieta normal e variada, sendo a suplementação uma forma alternativa que deve ser prática, segura, fornecer proteína de qualidade e de alta biodisponibilidade, para demandas específicas. Assim antes de iniciar a utilização de suplementos, consulte sempre um profissional qualificado, tire suas dúvidas.

1- Hallak A, Fabrini S, Peluzio MCG. Avaliação do consumo de suplementos nutricionais em academias da Zona Sul de Belo Horizonte, MG, Brasil. Rev. Brasileira de Nutr. Esportiva. [Internet]. 2007 [acesso 02 Fev. 2015]; 1(2): 55-60. Disponível.
2- Hernandez AJ, Nahas RM. Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimentares e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais riscos para a saúde. Rev. Bras. Med. Esporte [Internet]. 2009 [acesso em 2013 Jun. 10]; 15(3):3–12. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbme/v15n3s0/v15n3s0a01.pdf>.

Como acontece o atendimento nutricional

Atendimento Nutricional 

O aumento das pesquisas em nutrição esportiva é atribuído principalmente a evidências relacionadas à nutrição adequada para melhora do desempenho e recuperação do exercício (Magkos et al, 2003 ). No entanto, muito mais do que o rendimento no esporte, o conhecimento sobre nutrição contribui para prevenção de doenças e qualidade de vida da população envolvida. Não restam dúvidas quanto às mudanças favoráveis da composição corporal, musculatura esquelética, sistema endócrino, circulatório e cardiovascular, e a influência positiva sobre no desempenho esportivo de atletas e praticantes de atividade física após o manejo dietético, seja ele realizado pela alimentação normal e/ou pelo uso da suplementação alimentar para casos específicos (Hernandez et al, 2009, Magkos et al, 2003).

A avaliação nutricional embasada na anamnese possibilita a obtenção de informações como:  histórico clínico familiar; doenças pregressas e atuais,  objetivos/perspectivas; avaliação alimentar, uso de suplementos e/ou anabolizantes, local e horário das refeições, hidratação, uso de alimentos diet/light, bebidas alcoólicas; intolerâncias, alergias e aversões alimentares; conhecimento da rotina diária (estudo, trabalho, cursos etc); análise da composição corporal/diagnóstico e intervenção nutricional (Lopes, 2010).

Os inquéritos dietéticos são métodos utilizados para avaliar o consumo alimentar individual e da população em um determinado momento estabelecido previamente. Esses métodos fornecem informações quantitativas e qualitativas, da ingestão alimentar, permite coletar dados gerais dos clientes e direcionar a intervenção nutricional de forma individualizada (Duarte, 2002).

Além disso, a conduta dietoterápica em praticantes de atividade física deve ser baseada e específica para cada modalidade esportiva praticada, levando-se em consideração a intensidade, tempo e a fase de treinamento.

Agende já seu atendimento nutricional!
E-mail: licianutri@gmail.com 
Telefone: (031) 2567-1958
                    (031) 3565-1960    

Iogurte Natural Desnatado Caseiro, barato e saudável

Entende-se por leite fermentado o produto adicionado ou não de outras substâncias alimentícias, obtido por coagulação e diminuição do pH do leite, ou reconstituído, adicionado ou não de outros produtos lácteos, por fermentação láctica mediante ação de cultivos de microrganismos específicos (BRASIL, 2000).

O iogurte é o produto resultante da fermentação lática do leite mediante a adição deLactobacillus bulgaris e Streptococcus thermophilus, podendo ser adicionadas outras bactérias ácido-lácticas.

Assim, podemos encontrar iogurtes de vários tipos e sabores. No entanto, podemos também, fazê-lo em casa de forma simples, além de identificar todos seus componentes e valor nutricional.

IngredientesFeatured image

2L de leite semidesnatado ou desnatado;

1 pote de 170g de iogurte natural desnatado

Opcionais:

Leite em pó,

Frutas (morango, pêssego, abacaxi, banana e kiwi),

Adoçante

100g de açúcar (2/3 copo americano/lagoinha)

Mel.

Modo de preparo:

  • Caso opte por adicionar açúcar – Adicione 10% de açúcar ao leite (100g de açúcar em 1L de leite), e misture bem. Aqueça o leite a uma temperatura de 90° C por 10 minutos. Esse procedimento possibilita a esterilização do açúcar. Caso não adicione açúcar basta aquecer o leite já pasteurizado até 40 a 45°C (temperatura de mamadeira e/ou que a pele suporte).
  • Adicione o iogurte natural e mistura até homogeneizar a solução. Se desejar que o iogurte tenha uma consistência mais firme adicione 2 colheres de sopa cheias de leite em pó;
  • Adicione o iogurte (mistura) em uma vasilha destampada e cubra com um pano de prato;
  • Deixe descansar por aproximadamente 6 horas fora da geladeira e sobre uma superfície não fria.
  • Após 6 horas destampe e observe a consistência,
  • Leve a geladeira.
  • Adicione adoçante caso não tenha adiciona açúcar
  • Adicione frutas, mel e sirva.
Porção composta por: 1 pote 170g de iogurte, 1 colher de sopa de mel e 4 unidades médias de morango.
Valor calórico 130,45Kcal
Proteína 6,89g
Carboidrato 25,72g
Lipídeos 0,65g

Ótima dica de lanche pré treino associado a demais alimentos e deve estar sempre atentos a demanda energético do paciente e do treino.

Suco de ameixa-preta seca

A constipação intestinal é a queixa digestiva mais comum na população geral, sendo responsável por cerca de 2,5 milhões de visitas médicas e pelo gasto de milhões de dólares com laxantes¹. A cronicidade dos sintomas, a falta de orientação terapêutica adequada e o uso abusivo de laxantes podem ter acarretar no desenvolvimento de patologias como: doença diverticular do cólon, hemorróidas, fissuras anais e fecalomas com impactação fecal2.

Há vários fatores epidemiológicos de risco para o desenvolvimento de constipação intestinal como idade, sexo feminino, baixo nível socioeconômico, dieta pobre em fibras e sedentarismo. A modificação do estilo de vida gerada pela tecnologia introduziu o consumo de alimentos refinados desprovidos de fibras vegetais, contidas em maior quantidade nas cascas das frutas e legumes2.

A água de ameixa- preta e o suco de ameixa são potentes estimuladores da motilidade intestinal, pois apresentam substancias como sorbitol, que  promove a alteração da osmolaridade intestinal e permite a captação de água junto às fibras, favorecendo a geleificação das fezes3. Nesse cenário, para que as fibras possam agir alterando o peso e a maciez das fezes, é essencial a ingestão abundante de líquidos associada a ingestão de fibras.

Suco de ameixa preta

IngredientesFeatured image

1 copo de água (200ml)

2 unidades médias de ameixas-pretas secas

1 laranja média

Modo de preparo 

Em uma panela cozinhe em fogo baixo as ameixas secas e a água por 15 minutos, após a fervura.

Assim que as ameixas esfriarem, retire as sementes e coloque as ameixas no liquidificador, juntamente com a água do cozimento, gelo e o suco de laranja.

Coe o suco e sirva-o.

OBS.: A água de ameixa preta é preparada da mesma forma, excetuando a adição do suco de laranja.

Referências:

  1. Collete VL, Araújo CL, Madruga SW.  Prevalência e fatores associados à constipação intestinal: um estudo de base populacional em Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, 2007. Cad. Saúde Pública [Internet]. 2010 [acesso 2014 Dez. 22];  26(7):1391-1402. Disponível em:http://www.scielosp.org/pdf/csp/v26n7/18.pdf>.
  1. Caponero R, Jorge JMN, Melo AGC.  Consenso Brasileiro de Constipação Intestinal Induzida por Opioides. R e v.  B r a s i l e i r a d e C u i d a d o s P a l i a t i v o s [Internet]. 2 0 0 9 [acesso 2014 Dez. 22]; 2 (3): 1-35. Disponível em:http://www.cuidadospaliativos.com.br/img/din/file/consenso_constip.pdf>
  1. Mahan LK, Escott-stump S.Krause: Alimentos, nutrição e dietoterapia. 13ed. São Paulo: Roca Ltda; 2013.